Além do “destaque especial” da Alemanha, Itália, Grécia e Espanha”, o especialista destaca a participação dos colegas de Dermatologia dos países africanos de expressão portuguesa, para uma partilha de experiências e conhecimentos de diferentes continentes e países.
“Queremos também recompensar e estimular a participação nas atividades cívicas e científicas da Dermatologia nacional, elegendo membros honorários portugueses” e estrangeiros, enquanto membros representantes e presidentes das sociedades de Dermatologia de diferentes países.
O vice-presidente destaca os casos clínicos como um “plus” desta edição do congresso, considerando este formato uma ferramenta para a descoberta de novas entidades, abordagens terapêuticas ou até descobertas sobre velhas utilizações terapêuticas.
Entre ensaios clínicos, avanços fisiopatológicos e terapêuticos, destaca a importância da participação da indústria farmacêutica com os simpósios satélite, em que pretendem ser “apresentados novos fármacos e novas abordagens de tratamento”. O vice-presidente acrescenta: “A revolução terapêutica está em curso.”
Em suma, com o intuito de “renovar o conhecimento clínica e atualizar a inovação terapêutica”, esta será mais uma oportunidade para especialistas de Dermatologia e áreas relacionadas de interesse se juntarem num ambiente de convívio e discussão.
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