O Dr. Manuel Boavida começa por referir que este “é o congresso mundial da IDF que se realiza de três em três anos e que junta 180 países”, frisa, acrescentando que “é possível ver a múltipla culturalidade e como o espírito de luta contra a diabetes e de investigação percorre todo o mundo”.
E reitera: “Esta visão é muito importante para percebermos que não estamos só na luta contra a diabetes” –, salienta o presidente da APDP, referindo ainda que “o lema do congresso que é moldar o futuro da diabetes”. E para fazer jus ao lema as sessões decorreram em sete salas a funcionar ao mesmo tempo que debateram “os temas mais modernos desde imunoterapia até aos novos medicamentos, nomeadamente ao nível da prevenção cardiovascular e renal”, destaca.
Relativamente às linhas organizativas do encontro, o especialista destaca que este evento tem “uma parte específica que é a participação das associações de doentes com os países representados”, afirma, sustentando que “é um fervilhar de stands com culturas e pessoas diferentes que tentam comunicar umas com as outras e encontrar pontos de acordo para relações futuras”.
Sobre a participação da APDP na organização do evento, o Dr. Manuel Boavida sublinha que “a APDP é a associação mais antiga do mundo e, como tal, tem muita responsabilidade”, e conclui, garantindo que “é uma honra poder ajudar a que este congresso se desenvolva”, remata.


