Perante a descoberta de mutações com significado patológico indeterminado, existem “enormes desafios no diagnóstico, vigilância e abordagem tanto das pessoas com a doença, como também dos familiares”. Neste sentido, a comunicação é “muito importante nesta área do risco genético”, destaca o especialista, acrescentando que a literacia é outro aspeto fundamental, já que “existe pouca informação nesta área”.
Por fim, o especialista espera que a participação seja “forte e multidisciplinar”, numa oportunidade para discutir e partilhar as dúvidas, experiências e conhecimentos dos profissionais da área da Senologia portuguesa. “Acredito que vamos aprender muito com estas jornadas.”


