Tendo em conta “o número crescente de doentes com insuficiência cardíaca (IC) em Portugal, a evidência científica da eficácia das abordagens terapêuticas, que devem ser disponibilizadas ao máximo de indivíduos, não só para prevenir o desenvolvimento da IC, mas também, obviamente, alterar o prognóstico dos doentes afetados, e o facto de ser uma área fundamental na organização de cuidados que caracteristicamente são multidisciplinares”, o lema da reunião, deste ano, é “Tempo de Agir”.
Com sessões dedicadas à apresentação de dados concretos sobre a prática clínica, hospitais de dia, exemplos de cuidados domiciliários, monitorização ambulatória, sempre numa abordagem multidisciplinar, o evento pretende discutir ainda miocardiopatias, “revisitar ou colocar em perspetiva novas abordagens de terapêutica não farmacológica ou novas técnicas ou abordagem de fibrilação auricular em doentes com IC”, salienta a especialista. Além destes, serão discutidos os resultados do Estudo Porthos, pois para “quem ainda não conhece os resultados vai ter a oportunidade de conhecer”.
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