A internacionalização é um dos eixos de intervenção apontados por Paula Freitas, que será posto em prática através de parcerias com outras sociedades científicas internacionais, dando por isso seguimento à renovação da revista da SPEDM — “Endocrinology Insights” —, edição recentemente internacionalizada. Noutro espectro, a especialista aponta a promoção e estímulo à investigação como metas essenciais na progressão constante da Endocrinologia, nas suas várias áreas. Neste campo, surge também a necessidade da proximidade com a população em geral a partir de mais ações de formação e campanhas.
“Queremos ser ouvidos pelas entidades de saúde”, sustenta Paula Freitas, explicando que todos os endocrinologistas e especialistas ligados à especialidade “têm voz e potencial” e, por isso, esta vontade vai continuar igualmente a ser desenvolvida, tal como tinha acontecido na direção cessante, aponta. “Vamos certamente trabalhar em conjunto para melhorar o conhecimento dos profissionais de saúde para uma consequente melhor saúde dos doentes portugueses”, conclui.



