Este ano, o foco é a mulher e a Saúde Integrativa, “que alia tanto a Medicina Convencional com a Medicina Complementar, em que vê o doente e o profissional de saúde como uma parceria e encara o indivíduo como um todo – a mente, o corpo, o espírito e o ambiente que o influencia”.
A especialista acredita que existem dois fatores que estão em permanente mudança: tratamentos convencionais, em que “cada ano existe uma evolução brutal a nível de tecnologia e de investigação”, e hábitos e estilo de vida, “que estamos a ter bons resultados”.
Este encontro é conhecido por reunir profissionais de saúde e comunidade em geral para um momento de partilha de dúvidas e de esclarecimento acerca do cancro da mama. Neste sentido, pretende-se “transmitir à comunidade em geral o que está estudado e comprovado, mas de uma forma simples”, considerado um desafio para os palestrantes, reflete a especialista.


