“É importante que estes dados sirvam de incentivo aos decisores políticos para agir no capítulo da prevenção e do diagnóstico precoce. Implementar um rastreio de uma doença com estas particularidades que manifesta um cenário sombrio para os doentes seria uma mais-valia”, afirma António Araújo.
O especialista explica que este estudo permitiu obter uma visão global do cancro do pulmão de pequenas células, avaliando a demografia, a prevalência e a evolução da doença.
António Araújo recorda que o CPPC ainda possui muitas dificuldades terapêuticas, com uma linha de tratamento limitada no critério da eficácia e que, devido à rápida evolução, apresenta sempre um prognóstico muito reservado aos doentes.
O estudo mostra ainda que, em cada 10 novos diagnósticos de cancro do pulmão de pequenas células aproximadamente, sete apresentam doença extensa e três doença limitada. Ainda assim, de entre aqueles com doença limitada e que iniciam tratamento, 3/4 acaba por progredir para doença extensa no final da 1.ª linha desse mesmo tratamento.
Consulte mais dados sobre este estudo aqui.


