O coordenador acredita que, apesar da evolução das novas tecnologias, “a cirurgia vai continuar a ser feita pelo cirurgião”, no entanto, o planeamento mais preciso da cirurgia pode ser uma mais-valia na relação entre o profissional de saúde e o robô. “É precisamente para isso que a robótica poderá ajudar, com o objetivo de melhorar o sucesso da cirurgia.”
Neste sentido, é o papel dos profissionais de saúde “perceber até que momento esta tecnologia é útil e como se pode beneficiar para melhorar os resultados do doente”, enfatizando que “o robô não vai substituir os cirurgiões”.
Assim, este congresso apresenta sessões teóricas sobre estes três temas — robótica, inteligência artificial e realidade aumentada e virtual — e ainda workshops com realidade virtual, com o objetivo de “fazerem treino real e verem simulações, para compreender como funciona.


