“A Cardiologia evoluiu imenso nestes 50 anos e isso fez com que também grande parte do aumento da esperança média de vida da população se deva a essa evolução, com progressos na doença coronária, na Cardiologia preventiva, importância do exercício físico”, porém, as doenças que lhe estão associadas continuam a ser a principal causa de mortalidade, apesar da “melhoria da qualidade de vida dos doentes e atuação mais precoce”, salienta.
O Congresso vai focar-se na prevenção, no diagnóstico, na terapêutica, na reabilitação e até, na literacia em saúde. “O que faz deste um congresso de excelência é o facto de vários centros portugueses poderem exibir a sua investigação, a sua experiência, através da apresentação de trabalhos, quer com comunicações orais, quer com posters ou cartazes”, destaca.
“Um coração para todos”, “Corrida do Coração”, “Ação de mass training em suporte básico de vida” são algumas das iniciativas planeadas a par do Congresso. Nesse sentido, e através de todas as atividades e sessões planeadas, neste que é o maior congresso de doença cardiovascular em Portugal, “esperamos ter uma boa adesão por parte dos congressistas neste ciclo de atualização em Medicina cardiovascular que é muito importante", reforça.
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