Dada a especificidade das doenças ósseas raras e apesar da vontade que muitos dos profissionais de saúde têm em saber mais sobre como tratar os seus doentes, nem sempre é fácil encontrar formas de aprimorar e complementar a formação na área. Por isso, Fátima Godinho reforça que este é um evento que serviu para “as pessoas estimularem o seu interesse científico”, dada a presença de palestrantes internacionais com “experts nas áreas em que foram convidados”.
“Existem doenças ósseas raras e que implicam uma abordagem multidisciplinar entre os profissionais de saúde, que se devem reunir e discutir entre si, visando sempre a melhoria da qualidade de vida dos doentes com estas doenças”, salienta.
O evento “Bone Dysplasias 2024” decorreu de 16 a 18 de maio na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.


