“Para a transição climática, a ambição da CUF é grande; queremos contribuir”

27/06/24
“Para a transição climática, a ambição da CUF é grande; queremos contribuir”

Qual o impacto ambiental e a pegada ecológica de um bloco operatório? Este é “o local do hospital onde se consome mais energia e se produz mais resíduos”, pelo que, perante estes factos, a CUF se comprometeu em reduzir a sua pegada ecológica. “Aquilo que queremos é maximizar a utilização dos nossos resíduos no âmbito da economia circular e minimizar a nossa pegada ambiental.” Palavras de Mariana Ribeiro Ferreira, diretora de Cidadania Empresarial da CUF, sobre o projeto de descarbonização nos blocos operatórios nesta cadeia hospitalar. Veja a entrevista para conhecer os principais resultados atingidos e os próximos passos.

Nos últimos anos, a CUF tem monitorizado com precisão o seu impacto no bloco operatório, deparando-se com o elevado consumo de energia para aquecer e arrefecer a temperatura dos aparelhos e para a iluminação “muito intensa”, bem como com a elevada produção de resíduos.

Perante estes fatores, a CUF procurou mitigar este impacto e minimizar a sua pegada ecológica, através de estratégias, como explica Mariana Ribeiro Ferreira. A CUF, por exemplo, já tem “uma política de frota mais verde, com resultados à vista”.

Como confirma a vice-presidente, “os resultados produzidos são absolutamente extraordinários em pouco tempo, com uma alteração de procedimentos clínicos, mantendo a segurança do doente”.

Os resultados alcançados são animadores, no entanto, ainda enfrentam muitos desafios: “Com a perceção real e total da nossa pegada, estamos atualmente a trabalhar no envolvimento dos nossos fornecedores, que correspondem a 90 % da nossa pegada.”

Por fim, aborda a adesão das equipas da CUF de forma “entusiástica” a esta nova responsabilidade da CUF. “Temos o cenário ideal para continuar a trabalhar esta matéria.”

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