Nos últimos anos, a CUF tem monitorizado com precisão o seu impacto no bloco operatório, deparando-se com o elevado consumo de energia para aquecer e arrefecer a temperatura dos aparelhos e para a iluminação “muito intensa”, bem como com a elevada produção de resíduos.
Perante estes fatores, a CUF procurou mitigar este impacto e minimizar a sua pegada ecológica, através de estratégias, como explica Mariana Ribeiro Ferreira. A CUF, por exemplo, já tem “uma política de frota mais verde, com resultados à vista”.
Como confirma a vice-presidente, “os resultados produzidos são absolutamente extraordinários em pouco tempo, com uma alteração de procedimentos clínicos, mantendo a segurança do doente”.
Os resultados alcançados são animadores, no entanto, ainda enfrentam muitos desafios: “Com a perceção real e total da nossa pegada, estamos atualmente a trabalhar no envolvimento dos nossos fornecedores, que correspondem a 90 % da nossa pegada.”
Por fim, aborda a adesão das equipas da CUF de forma “entusiástica” a esta nova responsabilidade da CUF. “Temos o cenário ideal para continuar a trabalhar esta matéria.”


