O evento é destinado a todos os profissionais de saúde, com a possibilidade de assistirem a mais de 200 palestras, proferidas por cerca de 200 palestrantes, 26 dos quais internacionais.
Todos os participantes terão, durante os dois dias de congresso, a oportunidade de aceder e ter perspetivas de vários centros de referência europeus, sobre várias temáticas, entre elas: “Sedação em Ambiente de Cuidados Intensivos – Pandora’s Box?”, “VNI no doente SARS-CoV-2”, “Monitorização hemodinâmica: conceitos básicos”, “Técnicas dialíticas contínuas: conceitos básicos”, “Técnicas dialíticas com citrato: como proceder?”, “SLED: conceitos básicos”, “Ventilação Mecânica: safety overview” e “Falta de sensibilidade do eco cardíaco na avaliação
da congestão pulmonar”.
Para o presidente da APNEP e presidente da organização do VII Congresso Internacional de Cuidados Intensivos, Dr. Aníbal Marinho, “esta será a altura ideal para fazer uma reflexão intercalar, sobre o extraordinário caminho percorrido pela especialidade neste primeiro ano de pandemia”. “É altura para partilharmos experiências e otimizar cuidados, mas acima de tudo aproveitar a oportunidade para alertar a todos os participantes que a nossa atuação vai muito para alem de conseguirmos evitar a rutura do sistema nacional de saúde", sustenta.
“No futuro iremos ser confrontados com uma significativa franja de população que foi afetada pela infeção por SARS-CoV-2 que vai necessitar de cuidados nutricionais e de reabilitação motora e cognitiva por um período prolongado. Teremos também que nos preocuparmos com o estado de saúde, associado a carências nutricionais de inúmeros doentes que não tiveram infeção por SARS-CoV-2, mas que viram os seus cuidados de saúde descurados, com neoplasias em estádios mais avançados ou com outro tipo de doenças crónicas que não foram sendo controladas de uma forma eficaz durante o período de pandemia”, faz, ainda, notar o presidente da APNEP.
Conheça aqui o programa do congresso.
Para mais informações, consulte o site da associação.


