News Farma (NF) | No âmbito Dia Internacional da Consciencialização sobre o HPV, qual é a realidade do vírus em Portugal? Está em linha com a realidade europeia?
Dr. Daniel Pereira da Silva (DPS) | Não temos trabalhos epidemiologicos recentes de âmbito nacional que me permita responder com segurança à questão, mas o que verificamos a nível dos serviços de Ginecologia que mais doentes recebem no âmbito do rastreio é que estamos em linha com outros países. Ou seja, uma redução muito significativa das lesões na mulheres vacinadas contra o HPV. Um facto muito importante é que a taxa de infeção continua significativa nas mulheres com mais de 26 anos e tem a prevalência de 5% mesmo aos 60 anos.
NF | O rastreio é essencial para a identificação da infeção. Tendo em conta o atual contexto pandémico, como está esta realidade?
DPS | O rastreio é absolutamente essencial, porque a maior parte das mulheres não foi vacinada contra o HPV e o rastreio continua a ser ser essencial para se reduzir a carga da doença.
Veja a entrevista na íntegra em My Pediatria.


