Paula Rebelo, da RTP, venceu o prémio na categoria de televisão com uma reportagem com enfoque na inovação na área da dor. Já a jornalista do Correio da Manhã, Joana Nogueira, foi a vencedora na categoria de imprensa pela reportagem sobre o impacto da dor crónica na população.
A cerimónia de entrega dos prémios irá decorrer no dia 18 de Outubro, pelas 17horas no Hotel Ipanema Porto, na cidade do Porto, no âmbito das comemorações do Dia Nacional de Luta Contra a Dor.
O júri foi composto por Miguel Vieira e Paulo Camacho indigitados pela Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, João Amoedo pela Fundação Grünenthal e Ana Goulart e Rosária Rato pelo Sindicato dos Jornalistas. Para efeitos de avaliação dos trabalhos a concurso foram tidos em conta os critérios de coerência com os objectivos do prémio, criatividade, investigação, relevância e qualidade.
A dor crónica é uma situação de dor persistente que, se não for adequadamente tratada, poderá afetar gravemente a qualidade de vida das pessoas e conduzir à incapacidade para o trabalho. Em Portugal, a dor crónica afecta mais de 30 por cento da população adulta.
A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e a Fundação Grünenthal acabam de distinguir as jornalistas Paula Rebelo e Joana Nogueira, pela qualidade e interesse dos trabalhos realizados em prol da divulgação do estudo e tratamento da dor.

