SPODOM alerta para o aumento de casos de Osteoporose

17/10/13

A SPODOM – Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas ­-, em parceria com a BIAL, assinala o Dia Mundial da Osteoporose, celebrado a 20 de outubro. Durante todo o dia de domingo e na semana seguinte, em várias cidades do país, serão realizadas várias atividades, em associação com a campanha internacional "World Osteoporosis Day", sob a chancela da International Osteoporosis Foundation.



O objetivo desta iniciativa é o de informar a população sobre uma doença que afeta um total de 200 milhões de mulheres e 2 milhões de homens, em todo o mundo.

As ações de sensibilização vão decorrer ao longo da semana de 20 de outubro em hospitais, centros de saúde e locais públicos, como estações de metro e de comboio em Lisboa, Porto e Coimbra. A SPODOM pretende não só dar a conhecer esta patologia, mas também divulgar, junto da população, algumas medidas de prevenção para a doença: incentivar uma na alimentação rica em cálcio e encorajar a prática regular de exercício físico, enquanto hábitos que devem passar a fazer parte da rotina dos portugueses.


A osteoporose é uma doença com cada vez maior incidência na sociedade. O aumento da esperança média de vida e a diminuição da prática de atividade física, associada a hábitos alimentares pouco saudáveis, contribuíram significativamente para a proliferação da doença.


A SPODOM pretende, assim, sensibilizar a população para a osteoporose e para a principal consequência desta doença: a fratura. A fratura osteoporótica afeta homens e mulheres com mais de 50 anos. Atualmente estima-se que ocorra uma fratura a cada três segundos, em algum lugar do planeta. As estatísticas dão conta que, em casos mais graves, 20% dos doentes que sofrem uma fratura no colo do fémur morrem no período de seis meses após o incidente, 40% perdem autonomia na sua mobilidade e 33% acabam por recorrer a lares ou outro tipo de dependência de terceiros.

Esta "doença silenciosa" afeta homens e mulheres, embora apresente maior incidência no sexo feminino, especialmente após a menopausa. As estatísticas de saúde indicam ainda que as mulheres têm maior probabilidade de desenvolver osteoporose do que cancro da mama, ovários ou útero. No caso dos homens, o risco de contrair a doença é mais elevado do que a probabilidade de cancro de próstata.

 

 

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