Através de um reforço de meios complementares de diagnóstico e terapêutica a curto-médio prazo, o CRI propõe-se aumentar o número de consultas especializadas e multidisciplinares, bem como reunir condições para a implementação de protocolos de referenciação com outras instituições.
Incrementar a produtividade dos recursos, contribuindo para uma maior eficiência, através de formas de organização flexíveis, orientadas para dar respostas céleres às necessidades dos utentes, é outro objetivo do novo CRI, formalmente instaurado a 4 de março.
O centro é formado por equipas multidisciplinares, que voluntariamente aderem a este modelo de organização orientado por objetivos negociados, transparência de processos e responsabilização das partes por um projeto comum, que reconhece e premeia o desempenho coletivo e individual.
“Com este novo CRI, o HGO dará uma resposta mais adequada e diferenciada aos utentes com patologia dermatológica, inflamatória e oncológica”, afirma o diretor do Serviço de Dermatologia e do CRI, Dr. João Alves.
O responsável acrescenta: “A curto prazo, vamos consolidar as áreas de diferenciação como a Dermatologia e Cirurgia Oncológica, Alergologia Cutânea, Infeções Sexualmente Transmissíveis e Dermatologia Genital, e aumentar e melhorar a resposta na Fotodermatologia e Dermatoscopia Digital”.
O novo centro deverá assegurar o tratamento de doentes do sul do país com cancros cutâneos, incluindo avançados e recidivados, e outros problemas dermatológicos que, até agora, eram encaminhados para outras unidades hospitalares de Lisboa.
Fonte: Lusa


