“The impact of fremanezumab on medication overuse in patients with chronic migraine: Subgroup analysis of the Halo CM Study” é o estudo abordado pela neurologista Prof.ª Doutora Raquel Gil-Gouveia, que aponta, entre outros fatores, o facto de este permitir “verificar que o fremanezumab foi capaz de ser eficiente na enxaqueca crónica, independentemente da existência da utilização excessiva de analgésicos”.
A Dr.ª Liliana Pereira partilha a publicação “No ‘wearing-off effect’ seen in quarterly or monthly dosing of fremanezumab: subanalysis of a randomized long-term study”, concluindo que os doentes tratados com fremanezumab mensal ou trimestral “não tiveram perda de efeito no período de fim de dose”.
Outra das apresentações disponibilizadas na plataforma é feita pelo Dr. Filipe Palavra, com base no “Long-term safety, tolerability, and efficacy of fremanezumab in migraine – A randomized study”.
“Há uma mensagem final que disto podemos retirar: o benefício que já tinha sido evidenciado, nos estudos prévios com 12 semanas de duração, mantem-se ao longo de 12 meses de utilização do próprio medicamento, sem que surjam novos efeitos adversos, ou efeitos adversos de intensidade ou gravidade diferentes daquilo que já era conhecido”, conclui o neurologista, sublinhando que se mantém o “benefício clínico” já conhecido deste anticorpo monoclonal.
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