Neste projeto, o ICVS/UMinho e o CINTESIS/FMUP são responsáveis pela supervisão do registo e análise dos dados, pela interpretação dos resultados e respetiva divulgação, com total independência científica.
Já a AstraZeneca será responsável pela definição da estrutura, o enquadramento e a robustez necessária à realização do estudo, com vista à mobilização dos peritos, investigadores e departamentos técnicos adequados. O EPI-ASTHMA conta ainda com uma comissão científico-dstratégica, da qual fazem parte o Prof. Doutor Jaime Correia de Sousa, do ICVS/UMinho, o Prof. Doutor João Fonseca, do CINTESIS/FMUP e a Dr.ª Filipa Bernardo, da AstraZeneca.
A implementação do estudo vai decorrer em todo o território continental, a partir de abril, e contará com uma unidade móvel em articulação com médicos de 38 unidades de saúde dos cuidados primários de todo o país – as responsáveis pelo telefonema convite para participação no estudo aos portugueses. Prevê-se que o trabalho de campo seja concluído no final de 2022 e que os resultados sejam apresentados no decorrer do estudo por região e no final.
Para este, que é um claro exemplo de articulação entre a academia e a indústria farmacêutica, todas as Administrações Regionais de Ssaúde irão ser brevemente contactadas, no sentido de aprovarem o desenvolvimento do estudo.


