Os dados mostram que foram feitas 180 primeiras consultas de VIH – mais cinco que em 2019 –, e refletem também um maior número de consultas subsequentes.
Sobre a coinfecção COVID-19 e VIH, a experiência vivida naquela unidade hospitalar – onde estiveram internados sete doentes com este diagnóstico – mostra que o VIH não parece ser um fator de risco para a infeção por SARS-COV-2, nem de pior prognóstico.
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