"Vamos entrar numa fase de maior disponibilidade de vacinas", anunciou a Ministra da Saúde, Prof.ª Doutora Marta Temido, em conferência de imprensa. O “problema de escassez” dá agora lugar ao desafio “da rapidez e celeridade na administração de vacinas”, que inclui o agendamento das inoculações, acrescentou.
Nessa mesma conferência, a diretora da Direção Geral de Saúde, Dr.ª Graça Freitas, enumerou quatro passos essenciais no "puzzle complexo" do processo de vacinação: a capacidade de fabricar vacinas, o licenciamento, as regras implementadas pelas autoridades de saúde e a operacionalização.
Na segunda fase de vacinação, haverá duas prioridades: a idade e as comorbilidades das pessoas. Neste grupo, incluem-se pessoas com doença oncológica ativa, doentes em situação de transplantação, pessoas com imunossupressão, doenças neurológicas, doenças mentais, obesidade e diabetes tipo 2.
Quem recuperou da COVID-19 há mais de seis meses começará a ser vacinado no final de maio, assim que terminar a vacinação das pessoas com mais de 60 anos.


