A nova direção é constituída pela Dr.ª Rita Calé Theotónio e Dr. Bruno Melica. A mesa da Assembleia-Geral é presidida pelo Dr. Pedro de Araújo Gonçalves, tendo como vogais a Dr.ª Joana Delgado Silva e o Dr. Carlos Braga.
“Manter a dinâmica e a qualidade da atuação da APIC, reforçando os projetos de valorização da cardiologia de intervenção e renovando a colaboração com as associações congéneres e sociedades científicas” é o objetivo desta nova direção.
O regresso à normalidade será uma prioridade, quer nas reuniões e formações dos profissionais, quer na educação dos jovens cardiologistas, mas sobretudo na sensibilização dos utentes para a necessidade do regresso aos cuidados em ambiente hospitalar.
“A APIC desempenha hoje um determinante papel no desenvolvimento das novas gerações de cardiologistas de intervenção, na formação contínua de toda a comunidade associada, na realização de campanhas promotoras de literacia para a saúde cardiovascular, no estímulo à investigação e produção científica, na manutenção e proteção dos registos nacionais de cardiologia de intervenção e na representação junto da tutela e dos decisores políticos na defesa da acessibilidade dos doentes aos melhores e mais adequados tratamentos”, defende o presidente da APIC.


