A pediatra aponta para o baixo risco de contágio em crianças como justificação, afirmando que existem outros grupos que devem ser imunizados o quanto antes, como os profissionais de saúde e os idosos, e que essa sim deve ser a prioridade.
Esta posição da OMS surge após o crescimento do número de países (ricos) a autorizarem a vacinação das faixas etárias mais jovens, enquanto, pelo mundo, os países com menor poder financeiro continuam com dificuldades em combater a escassez de doses para administrar aos grupos de risco.
O diretor-geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, já apelou a que os países ricos doem vacinas aos países mais pobres, em vez de as utilizarem na imunização das crianças e adolescentes.
"A imunização das crianças para o seu regresso à escola não é um requisito predominante", afirmou, ainda, a Dr.ª Kate O’Brien, frisando que o regresso das crianças à escola é seguro desde que os adultos ao seu redor estejam, devidamente, imunizados.
Fonte: Sapo


