"Este procedimento, ao contrário dos outros tratamentos cirúrgicos preconizados para o tratamento do glaucoma, tem a vantagem de ser não invasivo, anulando assim as complicações dos procedimentos típicos que criam cirurgicamente uma fístula para drenar o líquido, o que acarreta sempre riscos de infeção associados, que por vezes podem ser graves", explica o Dr. Filipe Isidro.
"É então uma técnica mais segura, com muito menos efeitos secundários e que, a longo prazo, salvaguarda o olho", acrecenta o médico oftalmologista.
Após o sucesso destas intervenções o tratamento do glaucoma com recurso a uma técnica não invasiva passa a estar, a partir de agora, disponível no Centro Hospitalar Universitário do Algarve.
Fonte: SNS


