Segundo os dados atuais estima-se que um terço dos portugueses sofram de alergias e que metade dos europeus tem algum tipo de doença alérgica.
Desde a rinite, à sinusite, à urticária, passando pela dermatite atópica e pela asma, as doenças alérgicas podem assumir formas mais ligeiras ou mais graves, podendo, algumas delas, ser causa de grande morbilidade e até de mortalidade, como é o caso do angioedema hereditário, das imunodeficiências ou da anafilaxia.
Em contexto de pandemia, o acesso às consultas de especialidade e aos exames complementares de diagnóstico comprometeu o seguimento adequado de muitos doentes, deixando-os desprotegidos, nomeadamente nas fases mais críticas do ano, em que é típico o agravamento das reações alérgicas.
Ao longo deste último ano, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) emitiu um conjunto de recomendações específicas para cada patologia alérgica, sublinhando as medidas de proteção face à COVID-19. Atualmente, com o avanço da vacinação, a SPAIC acaba de emitir um guia de perguntas e respostas dirigido a médicos imunoalergologistas, mas também de Medicina Geral e Familiar, tentando esclarecer as dúvidas sobre reações alérgicas às vacinas contra a COVID-19.
Este documento tem como objetivo principal tentar esclarecer algumas das dúvidas mais frequentes, à luz do conhecimento atual (maio de 2021), de modo a promover uma campanha de vacinação rápida, eficaz e segura que garanta a quebra do ciclo pandémico. Visto tratar-se de uma situação em atualização constante, é recomendado consultar regularmente as orientações da Direção-Geral de Saúde (DGS), da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (www.spaic.pt), e de restantes entidades idóneas.
Consulte o guia aqui.


