O ensaio clínico IMpower010 (Abstract #8500) foi o primeiro a ser destacado pelo Prof. Doutor António Araújo. Este estudo verificou uma melhoria estatisticamente significativa na sobrevivência livre de doença (DFS) no braço de atezolizumab vs. melhor terapêutica de suporte após quimioterapia adjuvante, em doentes com CPNPC em estadio IB-IIIA ressecado, efeito este que foi observado em toda a população de doentes aleatorizados em estadios II-IIIA (HR=0,79), embora mais evidente em doentes com PD-L1 ≥1% (HR=0,66). Adicionalmente, atezolizumab apresentou “um perfil de segurança muito consistente com o que nós já conhecíamos anteriormente”, esclareceu o médico.
Ainda em contexto de adjuvância, o especialista mencionou o estudo IMPACT (Abstract #8501), em estudo negativo no qual o tratamento adjuvante com gefitinib, em tumores em estadio II-III, completamente ressecados e com mutação de EGFR, não apresentou benefício terapêutico vs. quimioterapia, não obstante o perfil de segurança mais favorável no braço de gefitinib.
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