Graças à tecnologia inovadora, o implante ativo osteointegrado de estado estacionário fica completamente protegido pela pele, substituindo a técnica comum de transfixação da pele, aumentando a taxa de sucesso do procedimento e a qualidade de vida e segurança do doente.
Na prática, com recurso a uma técnica de cirurgia minimamente invasiva, a qual pode agora ser realizada em ambulatório e com anestesia local, este implante recorre a estimulação digital para contornar áreas não funcionais do sistema auditivo, permitindo, assim, uma maior capacidade auditiva. Esta solução beneficia, sobretudo, doentes com grandes perdas auditivas, perdas unilaterais e ainda casos de otites médias com sequelas.
Outra das novidades é a possibilidade de esta nova solução permitir uma ligação via bluetooth. Com recurso a uma aplicação para smartphone, o paciente conseguirá controlar a programação ou o volume do aparelho, tendo também possibilidade de atender chamadas e ouvir música.
O primeiro implante inédito em Portugal foi realizado por uma equipa especializada, liderada pelo Prof. Doutor Guilherme Carvalho, o Prof. Doutor Sousa Vieira, coordenador e médico especialista da Unidade de Otorrinolaringologia, Enf. Raquel Guimarães, audiologistas Dr.ª Liliana Loureiro, Dr. Mário Alves, Dr.ª Fernanda Mota e Dr.ª Rita Ramos, e ainda por membros da equipa do Bloco e Consulta do Hospital Lusíadas Porto.


