Em primeiro lugar, estão os tumores com hemorragia ou obstrução do tubo digestivo ou da via aérea com efeito grave, seguidos pelos carcinomas da laringe, faringe ou cavidade oral; cancros do testículo, mama com tratamento inicial de quimioterapia ou reto com quimioterapia e radioterapia prévias; neoplasias agressivas com operação cujo objetivo é curativo e cancros hematológicos.
Ficam, assim, adiadas as cirurgias oncológicas prioritárias e normais, que têm indicação para operação no tempo máximo de 45 e 60 dias, respetivamente. Neste quadro inserem-se os cancros do pulmão, esófago, estômago, pâncreas ou cerebrais e, depois destes, todos os outros.
Os hospitais têm a responsabilidade de organizarem as listas de espera e as necessárias transferências para os blocos operatórios com disponibilidade, incluindo os três institutos de Oncologia no país, para que os doentes tenham o acesso necessário e atempado.


