Em apenas um ano de atividade, e em contexto de pandemia, esta equipa assegurou a prestação de cuidados globais essenciais de Saúde Mental, a nível de ambulatório e de internamento, à população da área de influência do HDS.
Desde 2020 que atuam de forma a minimizar recaídas da doença mental grave e diminuir o impacto da COVID-19, intervindo através das teleconsultas e da consulta domiciliária, com a finalidade diminuir o recurso ao serviço de urgência e a necessidade de internamento hospitalar.
Este primeiro ano de intervenção “tem sido traduzido em ganhos em saúde ao nível da diminuição de internamentos e da reabilitação social, assim como a diminuição do absentismo do cuidador”, afirma um dos membros da equipa, Dr.ª Cremilde Costa.
No âmbito da intervenção de Saúde Mental na comunidade e de acordo com o Plano Nacional de Saúde Mental (PNSM), as equipas comunitárias de Saúde Mental para a população adulta têm como objetivo aproximar os serviços de Saúde Mental da população que acompanham e assegurar respostas focadas na prevenção, através do melhor entendimento do contexto onde as pessoas vivem e adoecem, permitindo uma intervenção mais efetiva nos problemas de Saúde Mental.


