Existem vários tipos de cancros do sangue, como as leucemias, os linfomas e o mieloma múltiplo. A título de exemplo, o mieloma múltiplo é a segunda neoplasia hematológica mais comum, com uma incidência anual de 7,8 novos casos por cem mil habitantes. Estima-se que anualmente morram mais de 630 portugueses com esta doença.
Quanto mais atempado o diagnóstico, melhor o prognóstico
Para quebrar o silêncio e alertar para a importância do diagnóstico, foi desenvolvida uma campanha 360º em meios tradicionais e digitais. Outdoors e mupis nas ruas, spots publicitários em rádio, ações nas redes sociais, e a criação de um microsite para esclarecimento sobre cancros do sangue em cancrosdosangue.pt.
“São doenças que não podem ser esquecidas e enquanto associações de doentes, associámo-nos para despertar a sociedade para o tema. Devemos isso aos doentes de cancros do sangue, mas também aos cuidadores e famílias que indiretamente são atingidas”, referem as associações envolvidas.
Da responsabilidade criativa da Mosca. A campanha estará no ar todo o mês de setembro e tem como objetivo primário chamar a atenção para os cancros do sangue. Com uma imagem arrojada, com a palavra “Silencioso” escrita a ’sangue‘, os cartazes apelam à informação: “Os cancros do sangue são doenças que, normalmente, evoluem sem avisar. Informe-se”.
Para os últimos dias da campanha, os municípios do país foram desafiados a iluminar os seus monumentos mais emblemáticos de vermelho, juntando-se à campanha #setembrorubro. Neste momento são já vários os municípios que confirmaram a sua participação, do continente às ilhas.


