Os novos módulos focam-se em diferentes temas: teleconsulta: como planear e implementar; telemonitorização: como planear e implementar e telereabilitação: como planear, implementar a promover a integração de cuidados.
O Prof. Doutor Alexandre Lourenço, presidente da APAH, afirma que “a telessaúde vem permitir aos doentes e aos seus cuidadores um papel muito mais ativo na gestão da sua doença e da sua saúde. Para tal é fundamental a aposta na literacia em saúde. Quanto maior for o envolvimento do doente, melhor será a sua adesão e resposta ao que lhe é solicitado. Esta nova realidade, que acreditamos que veio para ficar, empodera o doente na gestão da sua própria saúde.”
“A utilização da telessaúde não vem substituir o contacto pessoal e a consulta presencial sempre que seja realmente necessária. No entanto, em muitas situações, permite um acesso mais equitativo a diferentes especialidades, aproximando os utentes e os profissionais, mas também os diferentes níveis dos cuidados de saúde”, salienta a Dr.ª Patrícia Loureiro, coordenadora da Unidade de Acompanhamento de Projetos de Telessaúde - direção do Centro Nacional de TeleSaúde (SPMS).
Esta formação procura dotar os profissionais de saúde de ferramentas que lhes permitam utilizar plenamente as mais-valias da telessaúde, dando a conhecer exemplos concretos de como diferentes serviços se adaptaram e articularam a esta realidade, como modelos para outras unidades em que a telessaúde ainda não esteja implementada. Simultaneamente, procura sensibilizar os utentes para a possibilidade de beneficiarem destes serviços, sendo a formação aberta a todos os que tenham interesse nesta temática.
Trata-se de uma formação gratuita, promovida pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares e pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, que conta com o apoio da Novartis. Os conteúdos estão disponíveis no site da APAH, no âmbito da sua Academia Digital.


