“A cada ano, há sempre dados novos”, refere o especialista. Por isso, é importante que haja uma base científica sólida para que se possa atualizar os restantes profissionais de saúde, já que esta é uma área multidisciplinar: “São áreas fronteiras entre a Dermatologia, a Medicina Geral e Familiar, a Pediatria, as doenças infecciosas, a Ginecologia e a Urologia”, permitindo a uniformização da abordagem.
O especialista reforça ainda que a evolução da doença nos próximos anos será uma incógnita: “Até estou curioso para saber como vai evoluir a epidemiologia das IST, neste período pós-pandemia.”
O Dr. António Santos partilha ainda quais os temas a abordar durante as jornadas e um convidado especial. Descubra mais na entrevista.


