O STADA Health Report 2021 avaliou indivíduos de idades compreendidas entre os 18 e os 99 anos de15 países: Áustria, Bélgica, República Checa, França, Alemanha, Itália, Holanda, Polónia, Portugal, Rússia, Sérvia, Espanha, Suíça, Ucrânia e Reino Unido -, relativamente à questão “De que forma a pandemia alterou a visão europeia sobre a saúde?“.
Um em cada três europeus sofre mais com ansiedade devido à pandemia. As razões dadas por 32% dos europeus para se sentirem ansiosos estão relacionadas com o impacto da pandemia a nível financeiro e profissional. 42% tem medo de contrair o vírus. Este receio é especialmente notório em países com taxas de mortalidade relativamente elevadas, como Espanha (54%) e Itália (53%).
Ansiedade, nervosismo, stress e distúrbios do sono como consequências da pandemia COVID-19
25% dos europeus sofre de ansiedade e stress. Mais de metade (52%) considera a impossibilidade de ver a família e amigos o desafio mais difícil que tiveram de enfrentar desde o início da pandemia. Esta premissa é particularmente verdadeira para os franceses e austríacos (63%), os britânicos (62%) e os suíços (61%). Para aliviar o stress, 11% estreou-se em cursos online de yoga e meditação.
As insónias são também uma consequência da pandemia COVID-19 afetando 15% dos inquiridos. A solidão, simultaneamente um possível gatilho e consequência de problemas de Saúde Mental, afeta cerca de um em cada quatro europeus. Em comparação com as pessoas de idade compreendida entre os 50 e os 99 anos (24%), os jovens estão particularmente mais suscetíveis a sentirem-se sozinhos. O burnout é também um problema: a proporção de pessoas que se auto-avaliou em risco de burnout permanece elevada, com 54%.
Mais informações sobre o STADA Health Report 2021, aqui.


