Equipamento de prescrição automática de medicamentos distingue jovens portuguesas

14/11/13

O projeto SmartKit foi distinguido recentemente em Praga, na final europeia do 25º European Union Contest for Young Scientists, com o galardão de European Patent Office pela originalidade que sustenta. Trata-se do mesmo projeto que tinha vencido o segundo lugar do 21º Concurso Jovens Cientistas e Investigadores 2012/2013, iniciativa levada a cabo pela Fundação da Juventude e que conta com o apoio da AstraZeneca.


Jéssica Marques, Jéssica Santos e Soraia Gaspar, alunas da Escola Profissional de Rio Maior, são as jovens vencedoras deste prémio que viram a originalidade do seu projeto desenvolvido na área das Ciências Médicas, SmartKit, ser distinguido por um júri internacional num total de 85 projetos participantes. A coordenação deste projeto esteve a cargo da professora Maria João Maia.


O SmartKit é um equipamento inovador de prescrição automática de medicação. Em termos práticos, trata-se de uma caixa de medicamentos inteligente que ajuda o doente no processo diário de toma da sua medicação, permitindo que autonomia e segurança em todo o processo.


Este equipamento inovador possui seis compartimentos diários programáveis por um período semanal, sendo que a programação poderá ser efetuada localmente ou à distância, a partir do computador ou do telemóvel. O sistema de alerta sonoro e visual informa o doente do horário e do medicamento a tomar que, por sua vez, se encontram em compartimentos de abertura individualizada, produzindo ainda relatórios de atividade quer poderão ser monitorizados pelos cuidadores.


O Concurso Jovens Cientistas e Investigadores é desenvolvido em Portugal pela Fundação da Juventude, desde 1992, e tem por objetivo promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores e estimular o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Investigação e Inovação. Mais informações sobre o concurso encontram-se disponíveis em www.fjuventude.pt.


Presente em mais de 100 países, a AstraZeneca concentra as suas competências na investigação, desenvolvimento e disponibilização de medicamentos que tratam algumas das doenças mais graves a nível mundial. Em Portugal, a companhia opera em seis principais áreas terapêuticas: gastrointestinal, cardiovascular, sistema nervoso central, respiratória, oncologia e infecciologia.

 

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