O Prof. Doutor Júlio Machado Vaz, professor universitário e psiquiatra, avançou à News Farma os pontos fulcrais da sua intervenção na conferência “Medicina Humanizada – Medicina Regenerativa”, que terá lugar na cidade do Porto, no dia 21 de outubro. Trata-se da terceira conferência de um ciclo que a Astellas Farma organiza sob o chapéu da Medicina Humanizada.
“Os princípios da Medicina Regenerativa não apareceram este ano nem são fruto da pandemia”, refere o psiquiatra e sublinha que são princípios que têm anos mas que neste momento são “ainda mais importantes” devido ao facto de “as sociedades estarem mais envelhecidas, com o que implica em termos de doenças crónicas, inflamatórias e degenerativas, bem como traumas ou feridas com dificuldade de cicatrização”.
Para o Prof. Doutor Júlio Machado Vaz, a Medicina Regenerativa, “sem beliscar em nada tudo o que de precioso tem a medicação, permite a partir do próprio corpo regenerar, por exemplo, defesas imunológicas ou processos de cicatrização. Também a questão da escassez e rejeição de órgãos para transplante pode vir a ser ultrapassada com a ajuda da Medicina Regenerativa, o que será um avanço da maior importância.
Sublinha que os “avanços são brutais” e através de “recursos que não existiam ou tinham vindo a ser enfraquecidos e voltam a ser reforçados, como seja a imunidade”. Todavia, “o horizonte é de uma vastidão extraordinária”, frisa.
O Prof. Doutor Júlio Machado Vaz termina explicando que é uma área reconfortante para um psicoterapeuta. Isto porque, nas suas palavras, “nós ajudamos a pessoa a mobilizar meios dentro de si e recanalizar trajetórias de vida. A solução vem de dentro para fora e não do terapeuta para a pessoa que nos pede ajuda”.
Este ciclo de conferências, que a Astellas Farma promove, teve início em 2017 com a conferência “Medicina Humanizada em um Mundo Digital. O que podemos esperar?” e, em 2019, foi a vez de “Longevidade ou envelhecimento? Os novos idosos”.
NON_2021_0139_PT
NON_2021_0140_PT


