A sessão será focada inteiramente nos cuidados dirigidos às sensibilidades de quem sobreviveu a esta doença, nomeadamente no que diz respeito a quatro pilares fundamentais: nutrição, sexualidade, exercício físico e relaxamento.
O webinar contará com a presença da Dr.ª Gabriela Sousa, vice-presidente da SPS, da Dr.ª Paula Ravasco, médica especialista em Imuno-Hematologia e em Nutrição Clínica, da Dr.ª Marta Crawford, sexóloga, do Dr. Pedro Antunes, especialista em Ciências do Desporto, da Dr.ª Ângela Feiteira, terapeuta de Reiki e professora de Yoga, e da radialista Joana Cruz.
Em entrevista, a Dr.ª Ângela Feiteira revela que vai abordar “a forma como se pode mudar o pensamento”, deixando de ter uma mente automática para começar a viver o momento presente, através da meditação e do yoga. A Dr.ª Ângela partilhou ainda a seguinte frase de Alberto Einstein: “Não podemos resolver os problemas usando a mesma maneira de pensar que tínhamos antes de criar os problemas.”
A seguinte mensagem deixada pela jornalista Joana Cruz, em entrevista, deve ser relembrada: “cuidarmos bem de nós em qualquer altura da vida sobretudo quando estamos a passar pela doença e depois essa experiência manter o mais possível esse autocuidado e o carinho por nós próprias, porque nós somos a pessoa mais importante da nossa vida.”
Já a Dr.ª Gabriela Sousa refere que “quanto mais precocemente a doença for diagnosticada, menor são o atingimento das várias modalidades de tratamento e maior é a possibilidade de cura e de continuar a viver com qualidade de vida”. Enquanto vice-presidente da SPS, deixa o apelo: “Estejam atentos, vejam o nosso webinar e deixem o vosso contributo e mensagens de esperança.”
Por fim, a Dr.ª Marta Crawford, em entrevista, refere que “a sexualidade é muito mais do que uma relação com penetração”, mostrando que “é muito além disso; é pele, é contacto, é proximidade, é bem-estar, é intimidade”. Estes fatores “devem ser trabalhados desde o início em que a pessoa é confrontada com este diagnóstico”. A sexóloga partilha também o seu apelo: “Várias pessoas vão fazer uma intervenção daquilo que se entende ser fundamental para a vida pós-cirurgia e tratamento e, no fundo, reabilitar a mulher de toda este trauma que foi esta experiência. (…) Mesmo com uma mama diferente, a vida é muito mais do que isso.”
Acompanhe o webinar.


