A investigadora do i3S pretende “encontrar novos biomarcadores para o cancro do estômago”, frequentemente detetado em fases avançadas, o que dificulta a eficácia do tratamento, bem como “novos potenciais alvos terapêuticos”.
Para tal, a Dr.ª Daniela Freitas irá estudar o papel dos glicanos – “estruturas de hidratos de carbono complexas” – alterados no cancro do estômago “na comunicação e reprogramação celular”.
O júri da primeira edição do Prémio Maria de Sousa foi presidido pelo neurocientista Prof. Doutor Rui Costa.


