A pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de melhorar o acesso aos cuidados com a doença e salientar a necessidade de mais ações para prevenir e tratar as suas complicações.
Os inquiridos relataram que ingeriram mais alimentos ricos em gordura e açúcar (14%) e realizaram “muito menos” exercício físico (36%) durante a pandemia, explicado pelo facto de terem passado mais tempo em casa (65%) e de se sentirem com maior stress e ansiosos (26%).
O inquérito recolheu as opiniões de cidadãos do Brasil, México, Indonésia, China, Vietname, Rússia, Emirados Árabes Unidos e Portugal.
Os portugueses sabem que a história familiar de diabetes é um fator de risco para a doença (70%) e que a obesidade pode causar diabetes (72%), assim como a ingestão de alimentos com elevado teor de açúcar (76%), mas apesar disto, a esmagadora maioria (75%) não presta atenção às listas de ingredientes no momento da compra dos alimentos.
O risco de desenvolver diabetes tipo 2 pode ser reduzido em até 58% após intervenções no estilo de vida, como dieta equilibrada, exercícios e perda de peso.


