Quando detetado atempadamente, o cancro oral tem uma taxa de cura que varia entre 80 e 90%. Porém, dois terços dos portugueses que sofrem da patologia apenas são diagnosticados em fase avançada, muitas vezes por não existir alerta quando surgem os primeiros sintomas, como uma ferida que cicatriza, ou uma úlcera, assim como massas ou manchas incomuns na boca, que facilmente são ignoradas.
O álcool e o tabaco surgem como os principais fatores de risco, aumentando em oito vezes a probabilidade de desenvolver cancro oral, mas questões como a alimentação ou lesões na boca também podem ter influência no aparecimento.
Desta forma, é importante a prevalência de rastreios, seja através do acompanhamento de um médico-dentista, seja de um otorrinolaringologista.


