A investigação analisou cerca de 1,3 milhões de pessoas que receberam ambas as doses do imunizante mRNA da Pfizer.
No final, os investigadores constataram que ambas as doses de vacina são altamente eficazes para a generalidade da população, porém em pessoas com um sistema imunológico enfraquecido o risco de infeção aumenta em três vezes.
Cerca de 0,18% dos doentes imunocomprometidos adoeceram em comparação com 0,06% dos não imunocomprometidos.
Dos 978 casos de reinfeção após a toma da vacina da COVID-19, 124 necessitaram de hospitalização. Nesse grupo, 74 pacientes eram imunocomprometidos.
As pessoas imunocomprometidas têm um sistema imunológico fraco que limita a sua capacidade de combater uma infeção ou doença. Indivíduos com imunidade comprometida incluem aqueles que sofrem de VIH/ SIDA, cancro, doença renal, reumatologia ou outras condições inflamatórias.
Embora o estudo sugira claramente que as pessoas imunocomprometidas são mais propensas a serem reinfetadas após a vacinação, também foi observado que apresentam uma menor probabilidade de serem hospitalizadas ou morrer devido ao coronavírus.
Fonte: Notícias ao Minuto


