YesDoc cresce à medida que pandemia reforça importância de teleconsultas

23/12/21
YesDoc cresce à medida que pandemia reforça importância de teleconsultas

As restrições impostas pelo combate à COVID-19 voltam a reforçar a importância das consultas médicas por videoconferência como forma de manter a vigilância da saúde dos portugueses. Os responsáveis da YesDoc confirmam que é cada vez maior o número de portugueses que descarregam a aplicação lusa. Em apenas quatro meses de operação, a YesDoc foi instalada por mais de duas mil pessoas.

O Dr. António Pina, CEO da YesDoc, revela que uma parte “muito significativa dos inscritos na plataforma reside fora dos grandes centros urbanos”. “Esta é uma forma que as pessoas encontraram para continuar a ter acesso a consultas médicas, evitando, desde logo, longas deslocações que implicam gastos significativos e, naturalmente, um acréscimo de risco de contágios”, acrescenta.

De acordo com um estudo recente da Associação Portuguesa da Telemedicina, cerca de 85% dos profissionais de saúde não realizavam consultas à distância, antes da pandemia. Porém, durante a crise de saúde pública atual, cerca de 94% começaram - e continuam - a fazê-lo regularmente. Aproximadamente 70% admitiu mesmo querer continuar a realizar teleconsultas no futuro.

A telemedicina já havia demonstrado os seus benefícios e eficácia, mas as imposições de distanciamento social e profissional ditadas pela disseminação da Covid-19 - agora agravadas pela capacidade de propagação da nova estirpe (Ómicron) -, está a permitir catapultar as potencialidades do recurso tecnológico de uma forma progressiva.

O CEO da YesDoc sublinha que as consultas clínicas por videoconferência “permitem aliviar hospitais, centros de saúde e gabinetes médicos de consultas desnecessárias”, além de possibilitar recuperar atos suspensos, combater listas de espera e, de uma forma generalizada, melhorar tempos de resposta.

O Dr. António Pina acredita que “soluções do calibre da YesDoc poupam as pessoas aos riscos associados a uma maior exposição a vírus e bactérias, e não apenas o SARS-Cov-2, nas visitas regulares a unidades de saúde.

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