“A máscara origina ruído comunicacional emocional, porém, funciona como motivo para que o cérebro fique mais em alerta na procura dos padrões faciais”, refere o estudo científico, em comunicado enviado pelo FEELab.
Segundo o estudo, o cérebro fica mais instintivo na identificação da dor e da raiva.
“O cérebro facial procura mapear todos os vestígios que permitam identificar com rigor as emoções associadas. Como a máscara é um obstáculo, na parte inferior da face, o cérebro procura e intensifica os marcadores da face superior”, afirma o diretor do FEELab, citado no comunicado.
O Prof. Doutor Freitas-Magalhães explica que tal comportamento “é ancestral e evolutivo, particularmente ao reforço instintivo de mapeamento da dor e da raiva no processo seletivo de sobrevivência”.
“Estes resultados confirmam o primado da conduta instintiva do cérebro quando em jogo está a sobrevivência humana”, conclui.


