A investigação, realizada por cientistas dos Estados Unidos e do Japão, sugere que a enzima antioxidante TXNRD1 pode proteger contra este tipo de cancro.
O processo de imunização proposto baseia-se na injeção de um mRNA (RNA mensageiro), que está codificado para dar instruções à célula humana para a produção de uma proteína, podendo gerar mais proteínas antioxidantes e, assim, proporcionar uma proteção adicional contra o cancro da pele.
Para o especialista em farmacologia Dr. Arup Indra, da Oregon State University, nos Estados Unidos, esta é uma hipótese plausível, tendo em conta o sucesso das vacinas contra o coronavírus como a da Pfizer/BioNTech.
"Pessoas com maior risco de desenvolver cancro da pele, como aquelas que trabalham ao ar livre em climas quentes, poderiam ser vacinadas uma vez por ano", sugere.


