De forma a aferir todos esses aspetos, os investigadores analisaram 86 pares de gémeos com 10 anos, isto porque, segundo esclarecem, “os gémeos são uma experiência natural porque existem os gémeos idênticos, em que 100% da sua genética é compartilhada, e os não idênticos, em que 50% da genética é partilhada.”
Além da observação constatada, realizaram também um questionário preenchido pelos pais como forma de avaliar oito comportamentos relacionados com a alimentação, nomeadamente, o prazer em comer, a resposta à saciedade, a ingestão lenta, a seletividade alimentar e a sub-ingestão emocional.
Para a prof.ª Doutora Sarah Warketin, é notório que a par do ambiente familiar e da cooperação que possa existir para a confluência de hábitos alimentares equilibrados e saudáveis, a escola é também preponderante, devendo assumir um papel de promotora de saúde e instruir no seio educativo temas sobre a alimentação, para que a predisposição genética das crianças possa ser ajustada.
Fonte: Sic Notícias


