Em comunicado a ANTEM refere que esta posição se reflete “incompreensível o facto de mais de 90% dos intervenientes em Emergência Médica Pré-Hospitalar (tripulantes de ambulância) não estarem habilitados ao recurso deste simples dispositivo, nem se encontram autorizados à administração do referido fármaco – que salva vidas e que deve ser usado com a maior celeridade possível, após devida avaliação.”
Face às medidas anunciadas pelo Ministério da Educação, tendo por base o regulamento “Alergia Alimentar na Escola”, publicado pela Direção-Geral da Saúde, pretende-se que no próximo ano letivo seja dada uma formação a todos os funcionários das escolas para lidar com alunos que tenham alergias alimentares, mas também a todos os que trabalham em estabelecimentos de ensino com mais de mil estudantes, mesmo que não haja casos identificados.
O objetivo desta formação passa por “saber prevenir, reconhecer e atuar perante uma situação de reação anafilática” através da utilização de canetas de adrenalina que são importantes no tratamento do choque anafilático que “fica facilitado com o recurso a um equipamento pré-doseado, capaz de injetar a substância no músculo do doente”.
Fonte: Jornal de Notícias


