O conceito de telessaúde é, de acordo com a enfermeira, “fundamental” no apoio e na gestão da pessoa com doença crónica e eventos primários que necessitam de vigilância, tendo passado a assumir um papel ainda mais relevante com a pandemia da COVID-19.
“A telemonitorização permite identificar precocemente as agudizações da doença crónica, criando canais diretos de comunicação entre o doente, em casa, e os profissionais de saúde, no hospital”, contextualiza a Enf.ª Neuza Reis.
Na ótica da enfermeira, os modelos híbridos (presencial e à distância) favorecem a alteração de comportamentos e a adoção de vida saudável”.
De igual forma, defende que a telessaúde possibilita o aumento da acessibilidade aos cuidados, garantindo que são feitos em segurança, “com o maior conforto do doente e maior eficácia dos profissionais”. Ao abranger um maior número de pessoas, contribui, simultaneamente, para “a melhoria de gestão hospitalar com grande impacto socioeconómico”.
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