“Estamos convictos de que este equipamento vai melhorar o desempenho e assegurar a utilização eficiente dos recursos disponíveis, aumentando, desta forma, a produção e qualidade dos serviços prestados no bloco operatório”, afirma o presidente do Conselho Diretivo da unidade hospitalar, o Dr. Luís Miguel Ferreira, acrescentando que esta medida surge no âmbito do projeto “Hospital do Futuro: A interoperabilidade digital”.
Na prática, este sistema de distribuição de imagem será transferido para novas instalações quando a obra de reabilitação e ampliação do bloco operatório ficar concluída.
A empreitada resulta de um investimento de cerca de 3,3 milhões de euros, contando com o equipamento, que conta com apoio comunitário máximo de 2.5 milhões de euros, prevendo-se que até ao final do primeiro semestre de 2023 se comece a operar os primeiros doentes.


