Inteligência artificial aplicada à saúde pode ter impacto positivo em doentes com patologias osteoarticulares

14/03/22
Inteligência artificial aplicada à saúde pode ter impacto positivo em doentes com patologias osteoarticulares

As patologias osteoarticulares estão entre as mais prevalentes. De acordo com a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), mais de 50% da população adulta padece de uma doença reumática.

O EpiReumaPt, o maior estudo nacional desenvolvido para traçar o panorama epidemiológico das doenças reumáticas, demonstrou que a artrose (OA) destaca-se entre estas patologias. Em primeiro lugar, com uma incidência de 12,4%, está a OA do joelho, seguida da OA da anca, com cerca de 8,7%, e finalmente a OA da mão (2,9%).

O impacto socioeconómico e no SNS das doenças reumáticas é muito elevado: cerca de 910 milhões por ano em reformas antecipadas, 204 milhões em absentismo laboral. As doenças reumáticas e musculoesqueléticas representam uma pior qualidade de vida, mais despesas e maior utilização de recursos de saúde do que quase todas as doenças crónicas. A aplicação das novas tecnologias e a análise dos dados podem ser fundamentais e podem permitir melhorar os tratamentos e a qualidade de vida dos doentes.

Neste contexto, com o objetivo de contribuir para a formação e atualização médica e para melhorar a qualidade de vida do doente com patologia osteoarticular, a Dr.ª Ana Suárez, medical advisor da empresa farmacêutica Zambon, destaca a importância desta jornada informativa para explicar os últimos avanços no âmbito da tecnologia aplicada à saúde e a relevante contribuição nas patologias osteoarticulares.

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