Em entrevista, o farmacêutico hospitalar partilha a sua apreciação sobre o acesso dos portugueses à inovação terapêutica, gestão farmacológica no contexto hospitalar e as circunstâncias da especialização em Oncologia.
Salientando a relevância da função do farmacêutico hospitalar no interface com o doente oncológico, dá como exemplo a exigência da atividade diária na manipulação dos fármacos.
“Temos de perceber se estamos a fazer a dose e o medicamento corretos. Isto parece pouco relevante, mas se pensarmos num hospital, como o IPO de Lisboa, que faz 200 tratamentos de quimioterapia por dia. São na ordem dos 40 mil tratamentos por ano”, partilha o Dr. António Melo Gouveia.
Através da publicação de reportagens em vídeo, o projeto será um espaço dedicado a novas histórias com vários ângulos, partilhando experiências e testemunhos de profissionais de saúde que merecem estar no centro da discussão.
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