O INSA afirma haver uma “atividade gripal com tendência crescente” e uma “atividade epidémica disseminada”, de acordo com dados da Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Gripe.
De acordo com o boletim, a taxa de incidência estimada de gripe foi de 22,7 por 100 mil habitantes, e a taxa de incidência de infeção respiratória aguda foi de 34,1 por 100 mil habitantes.
Na mesma semana foram detetados três casos de gripe A (subtipo AH3) e observado um aumento do número de casos de gripe, detetados pela Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Gripe (Hospitais), uma tendência que tem vindo a registar-se nas últimas quatro semanas, tendo sido identificados 643 casos positivos para o vírus da gripe, dos quais 637 do tipo A e 2 do tipo B.
“Em 25 dos casos foi identificado o subtipo A(H3)” e houve menos casos de outros vírus respiratórios, diz o INSA, segundo o qual, até ao momento, foram detetados 65 casos de co-infeção pelo vírus da gripe e SARS-CoV-2, que provoca a doença COVID-19.
Quanto à gravidade dos casos o boletim indica que foram reportados três casos de gripe (influenza A) pelas 19 unidades de cuidados intensivos que reportaram informação, e mais quatro casos de influenza A (H3N2) em três enfermarias.


