A decisão da federação seguiu em comunicado esclarecendo que a acessibilidade às terapêuticas por parte dos doentes é desigual em toda a Europa.
Um dos motivos para o atraso relaciona-se com o tempo que as empresas farmacêuticas levam para apresentar o pedido nacional de acesso ao medicamento. Desta forma, como consta no documento, as empresas da federação comprometem-se a apresentar um pedido de acesso nacional em todos os países da União Europeia de forma rápida, até dois anos após a autorização da Agência Europeia do Medicamento.
De acordo com o comunicado, vai também ser lançado um portal onde podem ser colocadas, pelos titulares de autorizações de introdução de determinado medicamento no mercado, informações sobre a terapêutica e tempos em causa.


